Teu nome Maria é Luz que me fascina
É encanto e poesia que me domina
É estrela de Flor no verso lida menina...
Teu nome Maria
Teu nome Maria
É um véu de ternura que me inspira
É divino por ser mãe que me conspira
no olhar da filha que irradia na pira...
Teu nome Maria é Som em melodia
que o vento sopra distante pelo dia
num eco perfazendo utopia...
Teu nome Maria
Teu nome Maria
Vai além do azul do céu e da magia
Na calada do astral nostalgia
Num breve silêncio da calmaria
Teu nome Maria
Teu nome Maria
Teu nome..............................Ladrilha...
Toda filosofia é poesia vinda da alma, além da razão na busca única do Amor Maior
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Bacurau José Maria F. Jr. Me vi... Em teus olhos que cortam a alma. Me ouvi... No vazio profundo de sua boca fechada. Em tua ba...
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Aqui Nesta praça o silêncio paira Os bancos sentem as ausências Dos nossos sentimentos Das nossas alegrias e tristezas Dos sorrisos e dos c...
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ARTE... Wesley Charles de Alencar Reis Arte arde ardente em fantasia No nosso quarto, sonhos alegorias. Na galeria, quadros v...
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FEITO SONHO... Wesliane Damasceno Feito sonho real e incerto Sonhei que andava no deserto Sobre o teu olhar n...
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Vou em busca do brilho do teu olhar...nas madrugadas como uma oração vou ao encontro do teu coração. Como um livro aberto... deixado na c...
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MINHAS PEGADAS... Diante do olhar distante Uma cachoeira se faz na face Numa madeixa transparente Diante ...
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ANJOS VAGOS Wesley Charles de Alencar Reis Anjos em nós lidos vagos Nas nossas vitrines lagos Perdidos nos va...
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Dinino, gesto nalma pequena... Wesley Charles de Alencar Reis Essa história é verdadeira como todo encontro de fada ou apenas um me...
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OLHAR CORUJA Via Maria Não via a cotovia Foi a coruja que via Via no teu olhar Sem perceber O olhar do mar O seg...
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Dois mundos... O encontro de dois mundos Gerando Perpetuando Falando Sonhando... O encontro de dois mundos Li...
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
O ROMPER DA LUZ
Wesley Charles de Alencar Reis
Houve um dia que o sol era a vela acesa que cruzava de um lado para o outro marcando o nosso tempo, oscilamente... Todavia a vela ia-se gastando... Tudo isso provocou uma vastidão de produção de conhecimento na área da Cultura, da Ciência, da Filosofia... Enfim, paulatinamente, todas as áreas produziram teorias, geraram riquezas, materializaram os sentimentos e os pensamentos tornaram-se concretos... Os conteúdos, metódicos...
Entretanto havia um homem simples considerado louco, pois sonhava em ver a última fagulha da vela e fazer algo de inesperado. Suas ideias eram alucinógenas, lunáticas, delirantes, fora do contexto social... Elas causavam arrepios, sustos, assombros; ainda que poucos as denotassem...
O dia chegou enfim... Uma fagulha riscava o céu feito uma ponta de lápis luminosa que ia fazendo desenhos tortos naquela superfície celestial... Então a escuridão mergulhou profundamente na imensidão... Não para todos, pois muitos as concebiam nas obscuridades... Outros viam pirilampos misturando nos escuros... Alguns nem se tocavam naquele manto tão negro envolvente ou desenvolvente ao mesmo tempo...
A fagulha passou... Porém o resto dela, no caminho que vez de um lado para o outro, ia deixando as lágrimas das ceras caírem batendo numa parte do chão ou firmamento, formando uma forma que muitos ignoravam e deixaram ali num vago abandono...
Certo dia, o homem Nietzsche passou e recolheu aquela forma para uni-la ao pensamento da humanidade ainda que a ideia do gasto permanecesse a mesma. Ele procurou um lugar onde todos pudessem olhá-la... Uns viam de qualquer modo. Outros, com certa indiferença... Alguns percebiam algumas diferenças... Todavia os olhares não eram os mesmos...
Quando, quase desistindo das tentativas de vislumbramentos da forma, uma criança veio e a olhou com tanta profundidade que a tocou... A fagulha renasceu na forma, dando invento num sopro do vento... Num susto espanto uma chama de encantamento fez da forma inteira paisagem...
Houve um dia que o sol era a vela acesa que cruzava de um lado para o outro marcando o nosso tempo, oscilamente... Todavia a vela ia-se gastando... Tudo isso provocou uma vastidão de produção de conhecimento na área da Cultura, da Ciência, da Filosofia... Enfim, paulatinamente, todas as áreas produziram teorias, geraram riquezas, materializaram os sentimentos e os pensamentos tornaram-se concretos... Os conteúdos, metódicos...
Entretanto havia um homem simples considerado louco, pois sonhava em ver a última fagulha da vela e fazer algo de inesperado. Suas ideias eram alucinógenas, lunáticas, delirantes, fora do contexto social... Elas causavam arrepios, sustos, assombros; ainda que poucos as denotassem...
O dia chegou enfim... Uma fagulha riscava o céu feito uma ponta de lápis luminosa que ia fazendo desenhos tortos naquela superfície celestial... Então a escuridão mergulhou profundamente na imensidão... Não para todos, pois muitos as concebiam nas obscuridades... Outros viam pirilampos misturando nos escuros... Alguns nem se tocavam naquele manto tão negro envolvente ou desenvolvente ao mesmo tempo...
A fagulha passou... Porém o resto dela, no caminho que vez de um lado para o outro, ia deixando as lágrimas das ceras caírem batendo numa parte do chão ou firmamento, formando uma forma que muitos ignoravam e deixaram ali num vago abandono...
Certo dia, o homem Nietzsche passou e recolheu aquela forma para uni-la ao pensamento da humanidade ainda que a ideia do gasto permanecesse a mesma. Ele procurou um lugar onde todos pudessem olhá-la... Uns viam de qualquer modo. Outros, com certa indiferença... Alguns percebiam algumas diferenças... Todavia os olhares não eram os mesmos...
Quando, quase desistindo das tentativas de vislumbramentos da forma, uma criança veio e a olhou com tanta profundidade que a tocou... A fagulha renasceu na forma, dando invento num sopro do vento... Num susto espanto uma chama de encantamento fez da forma inteira paisagem...
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Teu Nome.
Teu Nome. Francisco Petrônio
Teu nome Geralda
Tem qualquer coisa que afaga.
Como uma lua macia,
Brilhando à flor de uma vaga.
Parece um mar que marulha,
De manso sobre uma praia,
Tem o palor que irradia,
A estrela quando desmaia.
É um doce nome de filha,
É um belo nome de amada.
Lembra um pedaço de ilha,
Surgindo de madrugada.
Tem um cheirinho de murta e,
É suave como uma pelúcia,
É acorde que nunca finda,
É coisa por demais linda.
Teu nome,.........................Geralda. 25/09/88
Tem qualquer coisa que afaga.
Como uma lua macia,
Brilhando à flor de uma vaga.
Parece um mar que marulha,
De manso sobre uma praia,
Tem o palor que irradia,
A estrela quando desmaia.
É um doce nome de filha,
É um belo nome de amada.
Lembra um pedaço de ilha,
Surgindo de madrugada.
Tem um cheirinho de murta e,
É suave como uma pelúcia,
É acorde que nunca finda,
É coisa por demais linda.
Teu nome,.........................Geralda. 25/09/88
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
A brisa da madrugada...
Vou em busca do brilho do teu olhar...nas madrugadas como uma oração vou ao encontro do teu coração. Como um livro aberto... deixado na cabeceira da cama,
procuro tua alma entre os versos de um poesia... Teus beijos calados como uma rosa muda,
me declaro com a alma nua e pura... como uma flôr me abro...e de braços aberto num logo abraço, disfarçando os laços...desnudando a mente...Vou ao teu encontro por que acredito nas tuas escritas...nos tesouros guardados... nas palavras contidas... nos segredos das rimas... Vou ao teu destino pelo vento que sopra, fazendo-me voar como um pássaro a procura de um ninho...
te seguindo a cada passo... no compasso do teu coração, fazendo- me ouvir num canto...cantigas
de encantos onde rimas e versos selam como um beijo na arte de fazer canções...poesias... e pinturas.
domingo, 7 de agosto de 2011
Bacurau
Bacurau
José Maria F. Jr.
Me vi...
Em teus olhos que cortam a alma.
Me ouvi...
No vazio profundo de sua boca fechada.
Em tua barba mal feita,
Me fiz a lâmina cega.
Em tua camisa encardida,
Me senti água imunda.
Em tuas rugas de velhice feliz,
Me encontrei,
Tempo.
No emaranhado dos teus cabelos
Me despenteei.
Sorriso antigo, retrato tímico.
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